sábado, 8 de março de 2014

FELIZ MESMO QUANDO OS FUNDAMENTOS DA VIDA SÃO DESTRUÍDOS (Jó 1.13-2.13) e (Salmos 11.3)

     
      É possível sermos felizes em meio a tantas adversidades? O profeta Habacuque em sua oração no capítulo 3.18 afirma que sua alegria não está condicionada às circunstâncias. No entanto, muitos perdem a alegria, a paz, o consolo, a esperança, a fé e se tornam pessoas excessivamente tristes, de mal com a vida, angustiadas e por fim, despedaçadas. Ninguém está livre de adversidades, porém as adversidades não podem sequestrar nossa felicidade. 
Jó foi um homem que muito sofreu, pois viveu um inferno na sua vida. Tudo o que ele poderia chamar de uma vida confortável, estável, caiu como um castelo de cartas. Tinha muitos bens, uma família abençoada, uma saúde de ferro e estava cercado de amigos. Tinha tudo para ser feliz. Até o dia em que a adversidade bate à sua porta e traz consigo os verdugos das tragédias. 
Tudo parecia estar bem, até que desgraça após desgraça, tristeza após tristeza permeiam a vida desse pobre homem. Os fundamentos da vida terrena deste homem foram totalmente destruídos. O que poderia fazer Jó diante de tantas calamidades?
Você é feliz mesmo quando os fundamentos da vida são destruídos? Você é fiel mesmo quando tudo está aparentemente perdido? Jó teve os fundamentos de sua vida, os pilares de sua existência totalmente quebrados com as desgraças que lhe sobrevieram. Contudo sua esperança não estava nesses fundamentos. Podemos ser felizes mesmo tendo os fundamentos de nossa vida abalados. Quero citar quatro desses fundamentos, que mesmo destruídos não podem roubar nossa fé, nem nossa confiança no Senhor:
1º FUNDAMENTO: BENS/FINANÇAS (13-17)
Diz o ditado que notícia ruim chega rápido. Somente num dia Jó recebeu muitas notícias ruins: a) Os Sabeus assaltaram suas terras levando os bois, as jumentas e matando os servos; b) Fogo do céu caiu e queimou as ovelhas e os servos; c) Os Caldeus levaram os camelos e mataram os servos. 
A fé, a vida e a felicidade de Jó não estava em seu conforto financeiro, nem no seu trabalho, nem em sua conta bancária, mas estava no Senhor. Há muitas pessoas que não sabem o que fazer quando os fundamentos econômicos são destruídos. Se desesperam, blasfemam contra Deus, se desviam, e cometem muitas loucuras. A vida de um homem não consiste em seus bens nem em sua riqueza. A acusação de satanás sobre a fidelidade oportunista de Jó era falsa (Cap. 1:8-12), e ele provou isso ao passar pela escassez financeira. Muitos projetam sua felicidade nos seus recursos financeiros, isto é, no dinheiro, pois dizem: Sou rico, os negócios estão dando certo, nossa empresa está lucrando muito, tenho uma vida confortável.
Se o seu fundamento financeiro se extinguir, você conserva sua fé, esperança e alegria no Senhor? Ou você desiste? Talvez eu e você consigamos atravessar as ruínas desse primeiro fundamento. Mas a destruição do próximo fundamento, quem pode suportar?
2º FUNDAMENTO: FAMÍLIA (18-19)
Jó teve a infelicidade de sepultar dez filhos, num só dia. A ordem natural da vida é que os filhos sepultem os pais, e não os pais sepultarem os filhos. Mas por diversas razões que não conseguimos explicar essa ordem nem sempre é seguida. 
Sua felicidade, fé e confiança no Senhor é simplesmente porque você tem uma família bonita, unida, abençoada, um lar harmonioso??? E se a eventualidade, a tragédia, a morte de um ente querido te visitar? Qual seria a sua reação? Jó enfrentou não somente a crise financeira, mas enfrentou a crise familiar, ao ponto de ouvir da própria esposa, mais adiante, uma sugestão de eutanásia. "amaldiçoa a Deus e morre" (2.9)
Além de sepultar dez filhos, Jó ainda teve que conviver com uma esposa desesperançosa, deprimida, angustiada, ferida pelas circunstâncias cruéis da vida. Uma crise familiar. Muitos projetam sua felicidade na sua família, pois dizem: tenho um marido exemplar, uma esposa abençoada, e filhos dignos. Tenho um lar abençoado. Se os fundamentos de seu lar, forem abalados, o que você faria? Quem pode suportar?
3º FUNDAMENTO: SAÚDE (7-8)
Além de suportar a escassez financeira, devido a perda de todos os seus bens, e recursos, Jó também enfrentou a morte de dez filhos de uma só vez, fato que instalou uma crise conjugal entre eles, Jó tem agora o terceiro fundamento de sua vida totalmente abalado. A SAÚDE. Sem entender o por que esse homem agora é acometido de uma enfermidade tal, que lhe privou de muitas coisas, entre elas uma das principais: a dignidade.
Quando vem a doença, principalmente as que são difíceis de se curar, reconhecemos de verdade se nossa esperança está em Deus. Enfrentar falência financeira, luto na família e agora enfermidades, tudo de forma sequencial não é fácil. 
A enfermidade muitas vezes consome recursos que não temos, e na maioria dos casos ela se instala em nossas vidas quando esses recursos são escassos. Muitos hoje projetam sua felicidade em si mesmos, pois dizem: tenho uma saúde de ferro, nunca fui ao médico, me sinto um verdadeiro touro, forte, imponente, e realizado. Mas quando a enfermidade bate a porta: o que fazer? Quando o terceiro fundamento chamado saúde é destruído o que podemos fazer?
4º FUNDAMENTO: RELACIONAMENTOS (11, 12, 13, 15, 18, 20, 22, 25) 
Gente precisa de gente. Somos seres essencialmente relacionais. Precisamos de pessoas. Porém nossos relacionamentos não podem nos trazer felicidade ou realização pessoal. O Quarto fundamento da vida de Jó também foi abalado. Os relacionamentos. Não quero aqui duvidar da sinceridade da amizade de Elifaz, Bildade e Zofar, porque eles ficaram com Jó até o fim de seu sofrimento.
Porém foram duros em suas palavras. Há situações em que devemos ficar calados. Quando nos precipitamos falamos demais, e ferimos as pessoas. esses três amigos de Jó o acusaram diversas vezes de que Jó tivesse transgredido contra Deus e todo seu sofrimento era um castigo.
Isso abalou com certeza o relacionamento, pois no final Deus manda os três se retratarem. Os relacionamentos não garantem felicidade, pois as pessoas nos decepcionam, e nós decepcionamos as pessoas. 
Temos de orar muito para que Deus nos ajude a escolher melhor os verdadeiros amigos, mas até os maiores e melhores amigos nos ferem, ao passo que nós também os ferimos. Há pessoas que projetam sua felicidade nos relacionamentos, pois dizem: estou cercado de amigos, minha casa está sempre cheia, tenho companhia sempre, nunca estou sozinho, mas quando um amigo se comporta como inimigo, o que fazer? Quando o quarto fundamento que são os relacionamentos é destruído o que podemos fazer?
Os verdugos do sofrimento cotidiano nos atingem cruelmente, sem piedade e sem trégua. Os quatro fundamentos da vida de Jó foram destruídos: Finanças, Família, Saúde e Relacionamentos. Porém quero citar um quinto fundamento, que sustentou esse homem de Deus até o fim: Jesus. 
Jó, no ápice do sofrimento, sem dinheiro, sem seus amados filhos, sem saúde, e sem o consolo de seus amigos, responde à pergunta do Salmista Davi no Salmo 11 verso 3: "Ora, destruídos os fundamentos, o que poderá fazer o justo?" da seguinte forma no capítulo 19 verso 25 e 25: "Porque eu sei que o meu redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus".
Ainda que os quatro fundamentos da nossa existência sejam destruídos, tenhamos a certeza, de que Jesus vive, e por fim se levantará sobre a terra. Jó cria na ressurreição de Jesus e na redenção do homem, mesmo antes de Jesus encarnar, pois sua felicidade e esperança estavam Nele.
Concluindo, eu quero apenas recitar uma frase bíblica recitada por Paulo que constitui uma ordem do Senhor, e essa ordem deve ser obedecida em toda e qualquer circunstância: "Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez vos digo: Alegrai-vos. (Filipenses 4.4). Deus te abençoe ricamente. 

Reverendo Adeir Goulart da Cruz.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

       
EVIDÊNCIAS DE ALGUÉM QUE AINDA NÃO CONHECE A JESUS (LUCAS 22.39-65) 


 Vivemos na era da informação. Temos acesso a todas as ferramentas da informação. Livros, revistas, jornais, televisão, rádio, internet, outdoor, entre outras. Isso nos possibilita termos informações de praticamente todos os assuntos à nossa volta. Porém em certos aspectos, como no cristianismo, acúmulo de informações não significa conhecimento propriamente dito. Eu vou explicar. Muitas pessoas que se dizem cristãs, frequentadoras de igrejas ou não, têm todas as informações necessárias sobre Jesus Cristo, O Filho de Deus e nosso Salvador, mas não o conhecem de fato.
   Frequentam igrejas, algumas são essencialmente religiosas, e apresentam um estereótipo de piedade, e vou mais além, algumas até são realmente piedosas, porém não conhecem Jesus na sua essência, de experimentar, de seguir, de viver. Jó após sofrer terríveis calamidades dessa vida algoz, chega a conclusão que todas as informações a respeito de Deus não passava de mera teoria, apesar de ser um homem íntegro, temente a Deus e que se desviava do mal. Ele fala sobre o conhecimento de Deus no capítulo 42.1-6 e no versículo 5 ele confessa que saiu da teoria pois só conhecia a Deus de ouvir falar mas agora seus olhos o contemplavam, pois ele provou o poder de Deus na sua vida. Jó se submete ao ensino do Senhor e passa a conhecê-lo.
  Na última semana de Jesus em Jerusalém, um povo que tinha todas as informações a respeito de Jesus, o Messias, mas não o conhecia, o aclamou como rei (Lucas 19.28-40), isso, no domingo. Porém, no fim dessa semana, esse mesmo povo reunido numa espécie de júri popular, respondeu a pergunta de Pilatos sobre qual seria o destino de Jesus dizendo: "Crucifica!" (Lucas 23.13-25). O mesmo povo que o aclamou pediu também sua condenação.
  Percebemos que acúmulo de informações não significa necessariamente conhecimento, assim como inteligência nem sempre redunda em sabedoria. Mas eu queria que você atentasse agora para um grupo de seguidores de Jesus (seus discípulos), que também evidenciaram em suas atitudes de uma forma clara e perceptível não conhecerem de fato e de verdade quem é Jesus.
   Pouco antes de ser capturado no Getsêmani pela guarda romana, Jesus se retira para esse local com o intuito de orar, provavelmente se preparando psicologicamente, emocionalmente, fisicamente, e espiritualmente para o que estava por acontecer. A partir de então, detectamos algumas atitudes que evidenciam que não somente os discípulos mas muitos hoje também, afirmam conhecer a Jesus mas não o conhecem. Vejamos quais são essas atitudes:
  1) QUEM NÃO CONHECE A JESUS, O ABANDONA EM TEMPOS DE ANGÚSTIA (LC. 22.39-46)
   Notem meus queridos, que lá no Getsêmani, os discípulos estavam entristecidos, e dormiam de tristeza. Pode ser que foram acometidos por uma tristeza indizível, o que poderíamos até inferir que estavam depressivos naquele momento, buscando refúgio no sono. Mas se eles sabiam que as notícias não eram tão agradáveis pois o mestre os advertiu, deveriam ter olhado para o que o próprio Jesus estava por enfrentar. Mas eles o deixaram sozinho numa hora de angústia. Jesus sabia que dali a poucas horas a guarda romana o levaria algemado para a condenação, e ele bem conhecia o tipo de morte que enfrentaria. Jesus sentiu falta da companhia de seus amigos. Eles o deixaram. Foram tomados de uma terrível depressão, que os levou a dormir (Lc. 22.45), ao invés de fazerem companhia para Jesus em oração.
   Aqueles que conhecem a Jesus de experimentar, e não somente de ouvir, não o abandonam jamais, porém vão até o fim. Jesus mesmo já sabia que isso ia acontecer. Mateus 8.20: "Respondeu-lhe Jesus: as raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça." O Apóstolo Paulo também se sentiu abandonado pelos seus amigos (2 Timóteo 4.16). Quem realmente conhece a Jesus persevera até o fim, e não o abandonam. 
    Muitos afirmam conhecê-lo, mas quando estão cercados por muitas circunstâncias difíceis, o desejo é, na verdade de salvar sua própria pele, como aconteceu com os discípulos após a prisão de Jesus. Quem quer seguir a Jesus sem aprender com ele, mais cedo ou mais tarde irá abandoná-lo. Não abandone a Jesus, meu querido. Fique perto dele, e ouça a sua voz: "orai para que não entreis em tentação." (v. 40).
    2) QUEM NÃO CONHECE A JESUS SE PRECIPITA EM SUAS ATITUDES (LC. 22.47-53)
    Notem que nesse bloco de versículos, Jesus estava já sendo capturado, e a partir de então ele seria ainda mais humilhado pelos homens e posteriormente condenado. Jesus alertava seus discípulos e no verso 47 ele falava ainda com eles quando foram cercados pela guarda romana. No meio desse alvoroço Pedro sacou de sua espada (v.50; João 18.10) e na tentativa de iniciar talvez um grupo de resistência à ditadura romana, cortou a orelha de um soldado chamado Malco (v. 50; João 18.10).
    Sem sombra de dúvidas foi uma atitude muito precipitada, pois não era o plano de Jesus causar uma rebelião, nem tampouco resistir a essa prisão, uma vez que ele mesmo afirmou que se quisesse receberia o livramento de doze legiões de anjos, bastava ele clamar ao Pai (Mateus 26.53 e 54). Isso prova meus queridos que muitos que querem seguir a Jesus sem conhecê-lo realmente vivem uma vida regada de atitudes precipitadas, muitas vezes impulsionados pela euforia do momento, talvez pelo desespero, ou mesmo na tentativa de ajudar.
    Quem conhece a Jesus, não somente experimenta sua vontade mas também a concretização dos planos de Deus na sua vida, e não tomará nenhuma atitude precipitada, mas aguardará as diretrizes do Mestre. Jesus frustra os desígnios de todos os que queriam se tornar subversivos e tomar o reino pelo intermédio de espadas e derramamento de sangue. Jesus ensina seus discípulos que seu reino é autenticado pelo seu próprio sangue derramado na cruz do calvário. Quando conhecemos Jesus de verdade experimentamos sua vontade e não tomamos atitudes precipitadas.
    3) QUEM NÃO CONHECE A JESUS O NEGA EM MOMENTOS DE PRESSÃO (LC. 22.54-62)
   Parece ser essa uma atitude alarmante, mas infelizmente é a atitude mais comum que ladrilham a caminhada de muitos cristãos. Eu e você conhecemos cristãos nominais, talvez até com uma forte empolgação a seguir a Jesus, mas quando o obstáculos surgem, infelizmente negam a Jesus para salvarem sua própria pele. Também identificamos facilmente cristãos nominais que estão atrás de Jesus apenas interessado nas bênçãos que pode oferecer, mas sem atentar para a linda, gloriosa, brilhante, mas pedregosa carreira cristã. 
    E quando são colocadas num labirinto sem saída, a única forma que encontram para escaparem das retaliações da vida, é negarem a Jesus. Os discípulos juntamente com Pedro negaram a Jesus. Digo que todos o negaram porque ninguém ficou perto. Todos se espalharam com medo de serem também condenados. Mas Pedro evidencia essa negação ao declarar três vezes que não conhecia a Jesus. Na verdade ele realmente não o conhecia no sentido de entender os planos proféticos de Deus, e idealizar um Jesus que nunca existiu. O Jesus revolucionário (v. 49). Nós negamos a Jesus cada vez que cedemos às pressões e isso mostra um desconhecimento relacional, isto é vivemos um cristianismo de teoria, e não de prática. 
    Após ser restaurado por Jesus (João 21.15-19), logo após a ressurreição, Pedro se tornou um dos mais proeminentes apóstolos de Cristo Jesus, a ponto de morrer também crucificado de cabeça para baixo, como conta a tradição, assumindo sua identidade, revelando agora uma nova visão de quem é o Filho de Deus. 
   Cada vez que pecamos contra Deus agimos como se não conhecêssemos a Jesus. Cada vez que demonstramos que não conhecemos a Jesus, nós o negamos em muitos episódios de nossa vida. Quem conhece a Jesus, assume não somente sua identidade como cristão, mas também o ônus de todas as desventuras que nos sobrevém muitas vezes apenas por servirmos ao Senhor.
    4) QUEM NÃO CONHECE A JESUS ZOMBA DE SUA PESSOA E OBRA (LC. 22.63-65).
  Poderiamos estabelecer um perfil psicológico, e comportamental de muitos personagens inseridos no enredo da crucificação. Judas traiu a Jesus, os demais discípulos o deixaram sozinho, Pedro se precipitou e o negou, os soldados escarneceram dele, etc.
    Esse escárnio se evidencia, nas atitudes de vendar os olhos de Jesus, e mandar que ele descubra quem o espancou. Estavam "brincando" com a onisciência de Jesus. Eles bem tinham ouvido que Jesus era o Messias, o Mestre, O Filho de Deus, O Rei dos reis, O Senhor dos Senhores e Profeta de Deus. Mas nenhuma dessas informações os levaram a conhecerem a Jesus. Continuaram de corações duros, brincaram a valer com coisa séria.
    Percebo hoje muitos cristãos nominais zombando de Jesus, brincando com coisa séria. O próprio Pedro, se envolveu nas zombarias, uma vez que se infiltrou na roda dos escarnecedores que estavam aguardando o desfecho dessa história (v. 54-60). Na realidade Pedro não deveria estar entre eles. Há muitos cristãos nominais hoje assentado na roda dos escarnecedores participando de brincadeiras, piadas e ofensas às coisas de Deus, brincam com a Palavra, contam até anedotas irônicas que afrontam os atributos de Deus. 
   Os soldados assim o fizeram porque não conheciam a Jesus a pesar de terem todas as informações a respeito dele. Mas preferiram a escura e escorregadia estrada da zombaria. As Escrituras nos advertem quanto à zombaria contra Deus: "Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isto também ceifará." (Gálatas 6.7). Quem zomba de Jesus não o conhece.
   Concluindo, quero salientar mais uma vez, que acúmulo de informações não significa necessariamente conhecimento. Conhecimento para mim é aplicação do que aprendemos. Não podemos acumular informações a respeito de Jesus e vivermos uma vida medíocre. Isso não é conhecer a Jesus. Conhecer é experimentar, viver, servir, se entregar por inteiro, e provar do cumprimento da vontade do Senhor que é boa, perfeita e agradável. "Corramos e prossigamos em conhecer o Senhor". (Oséias 6.3). Deus te abençoe, em nome de Jesus. 

Reverendo Adeir Goulart da Cruz.